Museu dos baleeiros  


fatima madruga

MUSEU DOS BALEEIROS
Rua dos Baleeiros, 13
9930 LAJES DO PICO - AÇORES - PORTUGAL
Tel: (351) 292 679 340 - Fax: (351) 292 67 20 60
(50 metros da base do Espaço Talassa)




HORÁRIOS DE ABERTURA

VERÃO
(de maio a setembro)
de terça-feira a sexta-feira : das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
sábados e domingos : das 14h00 às 17h30
fechado segunda-feira e feriados.

INVERNO
(de outubro a abril)
de terça-feira a sexta-feira : das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00
sábados e domingos : das 14h00 às 17h30
fechado segunda-feira e feriados.


O último cachalote foi caçado nos mares dos Açores em 1987. As técnicas de caça não evoluíram desde a época do Moby Dick. A caça Açoreana foi sempre artesanal, a aproximação era feita à vela e de arpão na mão. A memória destes últimos baleeiros está gravada na literatura local através do poeta Almeida Firmino em "heróis sem nome, que tem um pé em terra e outro no mar" (Ilha Maior 1968). A primeira exposição foi em 1979, localizada em instalações provisórias que pertenciam ao município. Facto que possibilitou a concretização de um sonho que perdurava desde 1968. Foi com a abertura nas actuais instalações em Agosto de 1988 que, o governo dos Açores reconheceu a sua indubitável importância, o reconhecimento de um século de cultura baleeira reafirmando o desejo de preservar a memória deste "modus vivendi" de um povo que marcou profundamente o arquipélago. O actual museu dos baleeiros situa-se nos antigos "armazéns" dos botes baleeiros, estes edifícios remontam ao séc. XIX.


Encontra no seu interior: - Uma biblioteca especializada totalmente dedicada ao tema da caça.

  • Um pequeno auditório onde é apresentado o filme " Os últimos baleeiros ".
  • Uma sala dedicada ao artesanato e ao scrimshaw ( escultura sobre osso e marfim proveniente do cachalote).
  • Um espaço que retrata e descreve a profissão dos artesãos ligados à caça (marceneiro, o atelier do ferreiro…)
  • Uma zona alusiva à caça (posto de vigia, bote baleeiro…)
  • Uma sala sobre a vida quotidiana da ilha do Pico no séc. XIX.
No exterior, encontram na pequena praça, uma reconstituição de um posto de tratamento dos cachalotes. O projecto deste espaço é da responsabilidade do Arquitecto Paulo Gouveia, que foi premiado em 1993 pela Associação de Arquitectos Português e pelo Ministério da Cultura.

Carlos Luz