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Espaço Talassa Outdoor

Novo : Espaço Talassa outdoor

Sem dúvida que o mar açoreano e os seus habitantes fascinam e atraem, a beleza e a originalidade das paisagens terrestres do Pico não ficam atrás.

Sem dúvida que o mar açoreano e os seus habitantes fascinam e atraem, a beleza e a originalidade das paisagens terrestres do Pico não ficam atrás.

35 % da superfície do Pico é classificada e protegida, o que seria uma pena  não aproveitarem a vossa estadia e descobrir a geodiversidade e biodiversidade qua a ilha oferece.

Assim, propomos a clássica subida ao ponto mais de Portugal e como um passeio na montanha necessita de preparação, antes de embarcar para o cume, o nosso guia irá dar-lhe todos os conselhos necessários (equipamento, meteorologia, segurança…) à volta de uma apresentação em powerpoint, para que  assim este “desafio” tenha bons resultados.

Esta subida é aconselhada a pessoas em boas condições físicas.

Além dos percursos conhecidos, propomos  duas descobertas complementares, uma mistura de visitas e passeios originais, estas descobertas são possíveis e adaptáveis a todos.

Em primeiro temos o preto do basalto com a visita da Gruta das Torres, um túnel vulcânico com cerca de 7 km ( sendo apenas possível visitar 500m), e em seguida um pequeno trilho na paisagem das vinhas classificadas pelo UNESCO como património mundial da humanidade.

Ainda mais inédito uma série de pequenos passeios pedestres no verde da vegetação endemica açoreana, (restando poucas zonas devido à intensidade da actividade agrícola no Arquipélago dos Açores), à volta das lagoas escondido no fundo dos vulcões do “Altiplano “ Este da ilha do Pico.

Convém reservar com antecedência, uma vez que limitamos os nossos grupos a doze pessoas.

Estas descobertas terrestres da ilha são uma boa alternativa aquando das más condições marítimas.

Do azul do mar, do verde das florestas e das pastagens, do negro da montanha e dos lagidos, o Pico oferece uma diversidade de paisagens.


 


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Espaço Talassa Outdoor

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Aves, golfinhos,
baleias…

“Observação de aves” e exploração do património natural da ilha do Pico

A MiratecArt pretende organizar o primeiro festival de arte e Birdwatching nos Açores. Este festival irá decorrer nas Lajes do Pico entre 6 e 12 de Novembro de 2017. Como seria de esperar, o Espaço Talassa associou-se à organização para empreender este evento.

A atividade de observação de aves nos Açores está a dar os seus primeiros passos. Nomeadamente, na ilha de S. Miguel com o Priolo (Pyrrhula murina), na ilha Graciosa com o Paínho de Monteiro (Oceanodroma monteiroi), bem como na ilha do Corvo para todos os “Twitchers”.

A ilha do Pico apresenta também um grande potencial, especialmente com a plataforma costeira das Lajes do Pico. Este local é o melhor ponto de observação de aves limícolas da ilha… e o melhor é que pode observá-las desde a janela do seu quarto de hotel !

O mês de Novembro poderá ser um bom mês para observação de aves no Pico, tanto em terra como no mar. Nesta altura, será difícil prever exatamente o que iremos encontrar, no entanto, normalmente podemos esperar ver maçarico-maculado (Actitis macularia), pilrito-semipalmado (Calidris pusilla), borrelho-semipalmado (Charadrius semipalmatus), perna-amarelo-pequeno (Tringa flavipes), e perna-verde-comum (Tringa nebularia). Estas espécies têm sido vistas praticamente todos os outonos.

Alguns exemplos realistas são: a garça-branca grande (Ardea alba), a garça-azul-grande (Ardea Herodias), os coelheiros (Platalea sp.), a perna-amarela-grande (Tringa melanoleuca), o pilrito-de-Maur (Calidris mauri), o pilrito-canela (Tryngites subruficollis) ou mesmo o guarda-rios (Megaceryle alcyon) e o savacu-de-coroa (Nyctanassa violacea) são possíveis de avistar.

No planalto dos vulcões existem boas hipóteses de avistar maçaricos (Tringa sp.) e narcejas (Gallinago sp.). Não apenas a narceja-comum (Gallinago gallinago) mas também a muito procurada, narceja-americana (Gallinago delicata). Patos, tais como a piadeira (Anas Penelope), a piadeira-americana (Anas Americana), a marrequinha-comum (Anas crecca), a marraquinha-americana (Anas carolinensis), a marreca-arrebio (Anas acuta), e o pato-trombeteiro (Anas clypeata) bem como patos-mergulhões, tais como o zarro-negrinha (Aythya fuligula), o zarro-de-colar (Aythya collaris), o zarro-americano (Aythya affinis) e o zarro-bastardo (Aythya marila).

É preciso não esquecer as subespécies endémicas residentes. A ter em especial atenção a estrelhinha-de-poupa (Regulus regulus) no grupo central e ocidental, ou uma das três subespécies no Pico, como é o caso da estrelhinha-dos-Açores (Regulus inermus).

Além disto, iremos focar-nos também na maravilhosa biodiversidade da ilha; como por exemplo, na única espécie de mamífero endémica do arquipélago, o Morcego-dos-Açores (Nyctalus azoreum).

É impensável visitar o Pico sem se sentir fascinado pela observação de baleias e golfinhos, bem como por outra vida marinha, tais como tartarugas marinhas e tubarões… Em Novembro ainda é possível observar as seguintes espécies: golfinhos comuns (Delphinus delphis), golfinhos pintados do Atlântico (Stenella frontalis), golfinhos roazes (Tursiops truncatus), golfinhos de Risso (Grampus griseus) bem como os emblemáticos cachalotes (Physeter macrocephalus) …, entre outras.

As saídas para o mar serão alternadas com a exploração dos três principais locais para observação de aves na ilha: a plataforma costeira das Lajes do Pico, as lagoas do planalto e Ponta da Ilha.

Ao final do dia, haverá um tema a ser apresentado e discutido (apresentação em Power Point), com diversas temáticas tais como:

  • Aves dos Açores (Gerbrand Michielsen)
  • Ilha do Pico: um pouco de história, geografia, povoamento…, um habitat original (Sónia Manso);
  • Cetáceos dos Açores e do Atlântico Norte (Susana Simião).

No decorrer da semana, iremos participar na campanha “SOS Cagarro” (que termina a 15 de novembro). A participação consiste em recolher aves perdidas e desorientadas com as luzes noturnas e libertá-las perto da costa na manhã do dia seguinte.

Mais ainda:

A MiratecArt vai organizar, nas Lajes, exposições de pintura, fotografia e sessões de cinema (em local adjacente ao hotel).

O Espaço Talassa estará envolvido na organização de atividades educacionais de sensibilização (observação da plataforma costeira) com crianças da escola primária das Lajes. A ideia será transmitir-lhe a importância e valor deste habitat único nos Açores. Esta consciencialização não será limitada às crianças.



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