Viajar responsável
Viajar de forma responsável contribui significativamente para aumentar o desenvolvimento humano, para lutar de contra as alterações climáticas e para proteger o ambiente e a biodiversidade.
Comparado com outros sectores poluidores, como a agricultura por exemplo, o turismo é apenas responsável por uma pequena parcela das emissões de gases com efeito de estufa, aproximadamente 6%. Porém este valor aumenta rapidamente e nós todos devemos, incluindo os turistas que nos visitam, reconsiderar a nossa forma de fazer férias.
10 clientes = 1 árvore
Ao preferir o Espaço Talassa, está a optar por limitar a sua pegada ecológica. O Espaço Talassa, em colaboração com a Associação Quercus, planta árvores e contribui na aquisição da “micro-reserva” para compensar em parte a emissão de CO2 e o deficit ecológico ligado à nossa actividade de observação de cetáceos. Por cada cliente serão doados aproximadamente 50 cêntimos, com o objectivo de replantar o "Cabeço Santo" (posição GPS: 40º 31" 52' N et 8º 20" 36' W - Google earth) na serra do Caramulo, vítima de um terrível incêndio em 2005. Em breve a vegetação autóctone substituirá eucaliptos, acácias e outros infestantes. Poderão encontrar mais informação sobre a Quercus e os projectos “criar bosques” e “micro-reservas biológicas” em: www.quercus.pt.
É verdade: “o mar é azul porque as florestas são verdes” !
A si propomos que se junte directamente ao nosso esforço, compensando parte das emissões de CO2 (http://www.condominiodaterra.org/criarbosques) relacionada com o transporte aéreo que usou para visitar os Açores.
Compensar carbono e os outros gases com efeito de estufa é bom, mas produzir menos é ainda melhor.
Sobretudo, é tudo uma questão de bom senso. O turista de amanhã não terá escolha: tirará férias menos frequentemente, mover-se-á cada vez menos para destinos longínquos, terá que usar meios de transporte menos poluente do que o avião e temporalmente as suas estadias deverão indubitavelmente aumentar.
Turismo Solidário.
Longe de defender que a observação das baleias seja populariza e proposta às massas, o Espaço Talassa pensa que é certo e educativo que o encontro com os cetáceos seja acessível à população local, aos descendentes dos baleeiros, aos jovens, aos estudantes, e aos desfavorecidos… O “Solidariedade” “é um projeto que permite que os habitantes de Pico, os estudantes de toda a idade, os utentes de cartão da juventude, e os desempregados possam encontrar as baleias e os golfinhos que o atravessam o sul das Lajes faz Pico, pagando uma soma simbólica do € 10.
Mais informação patente na carta ética Espaço Talassa. |
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A subida do preço da energia fóssil anuncia a morte do pacote barato da “estadia curta” ou “do fim-de-semana longo” e a chegada da concorrência leal?
Deixaremos de “estar de passagem”?
Ou iremos começar a viajar de uma forma inteiramente nova, descobrir, encontrar, e tomar o tempo para verdadeiramente apreciar o nosso mundo?
A partir de agora devemos tomar calmamente o nosso tempo.
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